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YOGA

A yoga usada como uma forma de medicina alternativa é uma combinação de exercícios de respiração, posturas e meditação, praticada por mais de 5 mil anos. Na Índia, yoga é parte da vida cotidiana, sendo comum ver pessoas a praticando pela manhã ou conversando sobre alimentação e terapia corporal baseados na yoga ou no sistema de cura hindu Ayurveda.

Acredita-se que a yoga acalme o sistema nervoso e equilibre o corpo, mente e espírito. Os praticantes da yoga pensam que ela pode prevenir doenças e problemas de saúde específicos ao manter os meridianos de energia abertos e a energia da vida fluindo. A yoga geralmente é praticada em aulas de aproximadamente 45 minutos de duração pelo menos uma vez na semana. Yoga tem sido usada para reduzir a pressão arterial, diminuir o estresse, e melhorar a coordenação, flexibilidade, concentração, sono e digestão. 
Yoga também tem sido usada como terapia suplementar para diversas condições como câncer, diabetes, asma, aids e síndrome do intestino irritado
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ALONGAMENTO DINÂMICO



O assunto é polêmico. Mas são muitos os profissionais que acreditam que o alongamento estático – segurar o músculo em posição esticada e fixa por 30 segundos ou mais –, se for realizado antes do treino, pode prejudicar o desempenho. Se você também desconfia disso, é hora de experimentar o alongamento dinâmico. São exercícios como elevação de joelho, flexão de quadril e pequenos saltos que trabalham a amplitude dos movimentos, soltam a musculatura e ainda aumentam o batimento cardíaco, a temperatura do corpo e o fluxo sanguíneo, contribuindo para uma corrida mais eficiente. A série pré-treino que mostramos a seguir foi feita para os músculos mais exigidos na corrida. Comece devagar, concentrando-se na postura e na execução corretas de cada movimento. À medida que os exercícios ficarem mais fáceis, aumente a velocidade. Nas primeiras repetições, faça movimentos mais fechados e aumente a amplitude gradualmente.
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GYROTONIC

Gyrotonic é um método de condicionamento físico criado no final dos anos 70 pelo romeno Juliu Horvath, ginasta, nadador, yogui, acupunturista e ex - primeiro bailarino. O método se baseia nos princípios - chaves do yoga, tai ­ chi - chuan, natação e ballet, e consiste na prática de exercícios físicos fluidos, rítmicos e circulares integrados à respiração, que obedecem a natureza do corpo humano e  podem ser praticados:
-  em aparelhos chamados Gyrotonic Expansion System, especialmente desenvolvidos para o trabalho;
- ou diretamente no solo, em  aulas em grupo, chamadas de Gyrokinesis.

O Gyrotonic ( o nome já diz, gyro ­ giro; tonic ­ tônico, dar tônus) fundamenta-se nos movimentos de rotação e torção ­ seus movimentos são tridimensionais. Nestes movimentos, o corpo alcança a sua máxima mobilidade, explorando a amplitude de movimento das articulações, respeitando a fisiologia articular.

Por isso os aparelhos do Gyrotonic Expansion System diferem-se dos demais aparelhos convencionais de exercícios, que permitem apenas a execução de padrões de movimento lineares ou isolados(os típicos “abre/ fecha” ­ “levanta/ abaixa”), que levam ao uso da força sem coordenação. Os aparelhos de Gyrotonic promovem uma múltipla mobilidade das articulações, melhorando a condição propioceptiva do sistema ligamentar e consequentemente a estabilidade articular.

Os exercícios lembram o movimento do corpo dentro da água, onde encontramos uma agradável resistência, enquanto o movimento evolui de uma forma para outra, sem perder o fluxo. E mais, na água você não pode ter um controle preciso da exatidão e correção dos movimentos, o que você tem facilmente no Gyrotonic Expansion System devido a orientação dos cabos e pratos com pesos e tensão respectivamente reguláveis.
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ALONGAMENTO X AQUECIMENTO

A prática de alongamento é, talvez, a mais difundida no mundo da atividade física. È largamente recomendada pelos profissionais da área tanto antes como após a realização da atividade, visando auxiliar no processo de aquecimento, isto é, preparar o corpo para a realização de esforço físico, e para evitar lesões. Porém, ao contrário da maciça prescrição e aceitação, pouca evidência científica existe para sustentar a realização de alongamentos como parte integrante de um protocolo de aquecimento. Existe, inclusive, certos trabalhos que demonstram haver um decréscimo na produção de força do músculo quando este é solicitado logo após a realização de alongamentos, fato este que vai na direção contrária da aplicação prática deste tipo de procedimento
DEFININDO O TERMO “ALONGAMENTO”
De pronto, podemos definir o termo de maneira simples e objetiva como “manobra através da qual se afasta origem e inserção de um determinado músculo ou grupo muscular, visando alongar as fibras musculares e, assim, aumentar a amplitude de movimento das articulações”.
DEFININDO O TERMO “AQUECIMENTO”

Processo através do qual se busca aumentar a temperatura do corpo (deVries 1980); Aumentar a freqüência cardíaca e o fluxo de sangue no músculo (Karvonen, 1978), que acaba por melhorar a eficiência do transporte de oxigênio, (deVries 1980); remoção do dióxido de carbono e remoção do lactato (Karvonen, 1978). Aumentar a ativação neuromuscular do SNC, melhorando a coordenação, tempo de reação e qualidade de execução do movimento (Shellock and Prentice 1985); aumentar a capacidade de contração muscular e melhorar a eficiência contrátil através do aumento da temperatura corporal e maior atividade do SNC (Bergh 1980); melhora as propriedades viscoelásticas do músculo, resultando numa menor incidência de contusões musculotendinosas (Lehman et al 1970, Sapega et al 1981).
Alguns efeitos importantes do aquecimento nos diversos sistemas orgânicos:
Sistema Cardiovascular
- Aumento da freqüência cardíaca.
- Elevação da pressão arterial.
- Aumento da quantidade de sangue na circulação pelo aumento de seu fluxo e ativação de capilares.
Sistema Respiratório
- Aumento da freqüência e profundidade respiratória.
- Aumento do equivalente respiratório para o oxigênio.


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FUNCIONALIDADE DO ALONGAMENTO

Pesquisas demonstram que alongar-se antes e depois do exercício não previne lesões e que alongamentos intensos prejudicam o desempenho em atividades que precisam de força muscular. Entretanto, alongar-se em horário separado é importante para manter a flexibilidade, essencial para o exercício.

O fisioterapeuta Vidigal Gasparini, da Corpo Equilíbrio Fisioterapia, explica que em um estudo realizado com dois grupos sendo que em um deles foram realizados alongamentos antes e depois do exercício e no outro somente o exercício físico sem alongamentos não foram observadas diferenças entre os grupos em relação às lesões. Com essa pesquisa, passou a se questionar a utilidade do alongamento para a prevenção de lesões.

O alongamento antes da atividade foi por muitos anos indicado justamente para prevenir lesões, mas hoje já se acredita que ele não tem essa utilidade. Segundo Gasparini, antes de toda atividade física, seja ela leve, moderada ou intensa é essencial realizar um aquecimento para preparar o corpo para iniciar a atividade, mas não há indícios de que o alongamento também seja necessário.

Alongamento pode reduzir desempenho

O alongamento antes da prática de um esporte ou da musculação pode reduzir o desempenho caso seja muito intenso. Portanto, ao realizar exercícios de alongamento antes de outros tipos de exercícios, esses devem ser leves, dessa forma, se você está acostumado a se alongar antes da atividade, pode continuar a fazê-lo sem se prejudicar.

Muitas pessoas se alongam após a atividade física para evitar as temidas dores musculares tardias. Gasparini também comenta que alguns autores preconizam que o alongamento melhora as dores musculares tardias, mas grande parte das pesquisas para verificar esse efeito mostrou que não há diferença entre alongar ou não alongar antes ou depois do exercício. Após o treinamento, quando a musculatura está cansada, caso sejam realizados exercícios de alongamento, eles devem ser leves.

Mas não se pode achar que por não terem efeitos se realizados junto com os exercícios os alongamentos devem ser eliminados do seu treinamento. A flexibilidade é importante para manter o corpo em harmonia. Quando um músculo ou grupo muscular está encurtado, isso irá repercutir na realização de movimentos pelo corpo todo, este encurtamento gera perda de mobilidade. Gasparini explica que quando realizamos alongamentos diários aumentamos a flexibilidade em médio prazo.

Como o alongamento realizado antes e depois da atividade física deve ser leve, para ganhar flexibilidade é importante realizar alongamentos em outros momentos do dia, de preferência diariamente. Com a melhora da flexibilidade fica mais fácil realizar os movimentos esportivos e a incidência de lesões é menor. Além disso, Gasparini pondera que geralmente os encurtamentos musculares também estão relacionados com fraqueza muscular, então devemos fortalecer, além de alongar a musculatura.

Ao realizar um trabalho de alongamentos, Gasparini recomenda que sejam feitos de forma tranquila com alongamento leve e progressivo. Segure a posição por 30 segundos e descanse pelo menos 60 segundos pra voltar alongar o mesmo grupo muscular (sempre descanse o dobro do tempo que ficou segurando o alongamento). Evite movimentos balísticos, de vai e vem, que forçam demais a musculatura para alcançar um alongamento maior.

Os alongamentos devem ser feitos em horários separados dos outros tipos de exercício pelo menos três vezes por semana, fazendo series de 10 repetições por grupos musculares (segurando a posição por 30 segundos), sempre respeitando o intevalo de descanso (o dobro do alongamento, ou seja 1 minuto). Ele explica também que o ideal é buscar a ajuda de um profissional que vai prescrever os alongamentos necessários, como e quando devem ser realizados. O fisioterapeuta também conta que tem o hábito de, quando corre, não alongar logo antes ou depois da corrida. Geralmente espera algumas horas depois de corre, quando o corpo já relaxou do esforço e faz o alongamento.
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NOVO CONCEITO DE POSTURA.

Numa visão simplista, cuidar da postura é endireitar as costas; numa abordagem mais sofisticada, pode ser realinhar as várias articulações do corpo.

As novas teorias apostam mais na flexibilidade do que em modelos de colocação "certa" do corpo.

"Não existe uma boa postura estática. Os estudos de ponta da ergonomia dizem que a melhor postura é aquela em que você pode se mexer, se ajeitar", afirma a fisioterapeuta Maria Emília Mendonça.

Não quer dizer que não existam regras saudáveis de postura. "A gente tem que saber se sentar direito, ficar em pé de uma forma boa. Mas o mais interessante é ter um corpo que se modifica conforme a solicitação do momento", diz André Trindade, psicólogo especializado em psicomotricidade.

Trocar a perseguição de uma postura ideal pelo corpo possível tira um peso das costas de muita gente. O que é ótimo tanto para o esqueleto quanto para a mente, segundo o médico e psicólogo Saulo Cardoso.

Ele segue uma linha terapêutica desenvolvida pelo norte-americano Stanley Keleman. De acordo com sua teoria da "anatomia emocional", as áreas do cérebro ligadas às emoções tanto regulam como são reguladas pelas regiões responsáveis pelo controle motor e muscular.

A Folha não usa postura como sinônimo de atitude, mas, para muitas pessoas, esse sentido colou à palavra. A causa pode ser a percepção de que a organização corporal, as emoções e os comportamentos não andam separados.

Estados emocionais

"Postura nunca é uma coisa só física; é a forma como você se coloca diante do mundo", diz Mendonça.

Uma pesquisa da Unifesp confirmou isso. Cerca de 30 voluntários passaram por testes padronizados para avaliar sintomas de depressão e de ansiedade. Depois, foram fotografados em pé e sentados. As posturas foram analisadas por fisioterapeutas.

Cruzando as informações, os pesquisadores descobriram que desvios corporais específicos se relacionavam consistentemente aos estados emocionais -por exemplo, cabeça projetada em quem estava ansioso, ombros elevados quando a pessoa estava mais alegre e peito fechado nos deprimidos.

"Algumas coisas podem parecer óbvias, mas poucos percebem, porque as alterações [na organização corporal] formam uma espécie de couraça muscular, que passa a ser o 'natural', e a pessoa fica rígida naquela postura", diz José Roberto Leite, coordenador do departamento de psicobiologia da Unifesp, onde foi feito o estudo.

Desarmar a postura e sair da rigidez é um canal para tentar manter "a espinha ereta (ou melhor, flexível) e o coração tranquilo" -mas nem tudo é simples assim.

"Às vezes, a pessoa tenta mudar seu corpo a partir de um modelo fixo e acaba se engessando em outra postura dita como correta. Mas você tem que trabalhar a postura na mobilidade. O que a gente pode fazer é 'entrar' na postura, 'sair' da postura, entrar de novo", diz a fisioterapeuta e professora de dança Betty Gervitz.

Na vida real, mesmo quem é do ramo não consegue ficar certinho o tempo todo.

"Conheço tudo sobre ficar bem sentada, mas, quando estava escrevendo minha tese de doutorado, acabava desabando na cadeira. Mas sabia como compensar, levantava, ativava os músculos", conta Maria Emília, que é professora de ginástica holística.

Ficar muito tempo sentado é o grande nó postural da atualidade. "O corpo se constrói sob a ação da gravidade. Precisamos ficar em pé", afirma Maria Emília Mendonça.

Horas em frente ao computador criam uma cascata de efeitos no corpo e na mente. Uma questão é o olhar. "Para ler na tela, fixamos o olho, e a tendência é enrijecer o pescoço", diz Mendonça.

O olhar determina a postura. No sentido literal, porque ao olhar para frente a pessoa automaticamente alinha o pescoço e a cadeia de músculos e articulações seguintes. E no sentido figurado, porque é preciso saber se olhar para ganhar consciência corporal.

"A grande dificuldade de quem vai dançar é ter de se encarar no espelho, reconhecer suas limitações. Mas é um jeito possível e prazeroso de descobrir qual é a melhor postura para cada um", diz Betty Gervitz.

Não precisa ser dança.Tirar a bunda da cadeira sempre é bom. "Quem fica só sentado não usa os glúteos e não tem força de reação ao solo, que transmite ao corpo as informações da força de gravidade. Isso deixa a pessoa meio anestesiada. É forte dizer isso, mas amortece a capacidade de julgamento", acredita Mendonça.

De novo, variar posições é um segredo. Outro é lembrar que a coluna não é o eixo de sustentação. "O que nos sustenta são pernas, pélvis, glúteos", afirma Mendonça.

Finalmente, relaxar é tão importante para a postura quanto o trabalho muscular, diz André Trindade. "A gente quer movimento, descanso e variedade. É o que o corpo e a cabeça precisam."
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PILATES.

Alongamento, fortalecimento dos músculos, concentração e condicionamento postural são alguns dos benefícios do Pilates. A atividade física pode ser praticada em grupo ou em aulas individuais.
O grande diferencial da modalidade é a possibilidade de atingir os objetivos de cada aluno, através de exercícios baseados na consciência corporal e no equilíbrio muscular, evitando a sobrecarga articular e muscular.
Desta forma, o treinamento se torna mais seguro e saudável, prevenindo lesões e aliviando as dores já existentes. A fisioterapeuta também alerta que o aluno não deve apenas repetir o exercício e sim assimilar o processo para alcançar resultados esperados.
Mais benefícios do pilates

:: Estimula a memória.
:: Ativar e fortalecer os músculos centrais do corpo.
:: Controle da respiração de forma eficiente e satisfatória.
:: Ajuda no tratamento contra a depressão.
:: Ajuda a conquistar e potencializar a consciência corporal.
:: Equilibra mente e corpo.
:: Padrões de movimentos mais eficientes.
:: Diminui os riscos de lesões e a recuperar lesões.
:: Reduz o estresse mental, alivia as tensões e ajuda a ganhar energia.
:: Ameniza o estresse osteoarticular e muscular, bem como proteger essas regiões.
:: Alivia as dores tensionais musculares e articulares.
:: Restaura o alinhamento postural, deixando sua coluna mais forte e flexível.
:: Melhora a circulação sanguínea e aumentar a oxigenação dos tecidos.
:: Aumenta a imunidade.
:: Aumenta a coordenação neuromuscular.
:: Equilibra os grupos musculares, corrigindo a sobrecarga dos mesmos que podem levar ao estresse e a lesões.
:: Melhora a propriocepção, equilíbrio, força e flexibilidade.
:: Aumenta a mobilidade, agilidade e vigor.
:: Melhora e previne a osteoporose e a sarcopenia, além de melhorar o visual e a autoestima.
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